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Participe do Evento Diálogos Hidroviáveis 2022 – Faça sua inscrição sem nenhum custo!


A Associação Catarinense de Engenheiros – ACE está promovendo nos próximos dias 23 e 24 de maio de 2022 em formato hibrido o evento intitulado Diálogos Hidroviáveis 2022. Faça sua inscrição diretamente no site https://www.ace-sc.com.br/hidroviaveis2022 e garanta sua vaga!

A premissa básica de que a infraestrutura, mais especificamente transportes hidroviáveis consiste num sistema integrado se adotou em tempos recentes e a Literatura Técnica levou a considerar nova percepção além de seu escopo inicial para uma gama mais ampla de necessidades e oportunidades de pesquisa. O modelo de ensino e atuação convencional se comporta monodisciplinarmente e as divisões institucionais entre os modos de infraestrutura e profissões são em grande parte artefatos históricos que impõem barreiras ao desenvolvimento e adoção de novas tecnologias.


A infraestrutura abordando projetos Hidroviáveis compreende elementos do setor público e privado, e tendências atuais de indicam privatização de alguns modos, enquanto outros setores estão mudando em direção a um maior envolvimento do governo tornando difícil estabelecer uma forte definição do que seja “público”.


Neste evento, se orienta esta Ciência ao transporte em geral. E atualmente, nosso país, especialmente nosso estado enfrentam uma crise no setor dos transportes por causa da Infraestrutura, além de ultrapassada, de desequilibrada intermodalmente, encontra-se na sua base principal -a rodoviária-altamente comprometida em qualidade (desgaste grande no pavimento, como razão principal) e em abrangência (falta de conexão ou está de modo inadequado).


Assim sendo, vamos procurar atingir os setores mais necessitados do auxílio à Logística. Entretanto, o foco principal será na sua intercessão com a Engenharia. Assim, vai se procurar reduzir o foco desde o armazenamento, transporte e embarque e o caminho diria inverso até um centro distribuidor. A distribuição ao consumidor, ou seja, a interação com o comércio será alvo de outra abordagem.


Desde a antigüidade o homem começou a utilizar a navegação marítima, fluvial e lacustre nos seus deslocamentos elementares e desprovido de muitos interesses; depois passou a transportar algo mais, ou seja, as suas mercadorias. As imprescindíveis interfaces com os deslocamentos terrestres, ou com os hoje denominados "modos de transporte" terrestres, eram inicialmente as próprias margens das baías, estuários, rios ou lagos. Progressivamente, no entanto, passaram a ser construídas instalações para compatibilizar, dar mais segurança ao embarque/desembarque os equipamentos e mesmo pessoas.


Essas instalações, de início rudimentares, foram se desenvolvendo fisicamente até abranger hoje sofisticadas edificações, equipamentos e sistemas que demandaram, inclusive, alterações no ambiente. Institucional e organizacionalmente as atividades que nelas tinham lugar também foram se estruturando, notadamente a partir do Século XIII, até se transformarem nos enormes complexos portuários atuais. Essa evolução acompanhou, influindo e sendo influenciada, as evoluções na organização da produção e da atividade comercial, da relação do homem com o seu meio, em especial com o tecido urbano, e da forma de organização política e econômica da sociedade.

A História portuária brasileira é mais ou menos similar: das instalações rudimentares, implantadas logo após o descobrimento, até os grandes e complexos portos e terminais especializados hoje existentes ao longo de toda sua costa. Essa evolução teve pontos de inflexão importantes em 1808, com a denominada "abertura dos portos às nações amigas", empreendida por D. João VI; com as primeiras concessões para exploração dos "portos organizados" e das ferrovias que os acessam, no final do Século XIX; com a implantação de terminais especializados, necessários e compatíveis com a industrialização do pós-guerra; e como instrumento da prioridade exportadora dos PNDs, nos governos passados, destacando-se aí a atuação da PORTOBRAS.


Ao longo dos últimos vinte anos portos de praticamente todos os países vêm passando por profundas reformas, a fim de compatibilizá-los com a nova ordem econômica e política internacional da qual destaca-se, por diretamente correlacionados ao desempenho portuário, o acelerado incremento do comércio internacional e a demanda por ganhos contínuos e exponenciais na eficiência produtiva.


Os portos são, assim, elos de cadeias logísticas, necessariamente no plural, tanto porque eles dividem, básica, mas não exclusivamente, os segmentos aquaviário e terrestre. Dado este papel, desempenham para múltiplas cadeias logísticas, ou seja, diferentes origens, destinos e percursos. O foco de análise, neste evento caso, é a gestão da carga. E, no caso sui generis de Santa Catarina, este evento vai procurar enfatizar uma raridade no Mundo: nossos portos não são acessados por ferrovias.


Veja na grade de palestras que se encontra no site que teremos a participação de expertises da área na esfera Federal, Estadual e Privada.


Participe desta importante discussão!


Associação Catarinense de Engenheiros - ACE

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