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NOTÍCIAS DA ACE

ASSOCIAÇÕES PROFISSIONAIS: DA EXISTÊNCIA AO DEVER

Uma Entidade de Classe tem a utilidade e serventia pouco divulgada bem do conhecimento preciso do seu contexto em que se insere. Em especial o que faz que esteja sendo feito fora ou em conjunto com o papel do CREA, do Sindicato, pela Mútua (ou CredCREA) ou pelas Universidades.


Vivem em uma crise sem precedentes tendo em vista uma aparente inação do Sistema CONFEA CREA na supressão de recursos advindos das Anotações de Responsabilidade Técnica e do próprio Associativismo, tema complexo da atualidade que deveremos perguntar às aspirações dos jovens já dentro da formação, bem como aos futuros entrantes, ainda ao final do curso médio.


Sabe-se das universidades por ter a principal função no formar formar profissionais, assim como que os Conselhos Profissionais tem a de regulamentar e fiscalizar o exercício da profissão. Por fora, mas muito necessárias temos os sindicados que procuram garantir aos profissionais os direitos trabalhistas; assim como, na questão de assistência atuarial, a Mútua de Assistência que garante aos profissionais assistência social e desenvolvimento pessoal; segue em certo paralelismo a CredCREA que atua como uma Cooperativa de Crédito muito interessante também em outras modalidades creditícias. E se chega às entidades de classe cuja principal que promove a integração social dos profissionais associados, além de facilitar o acesso aos benefícios garantidos pelas demais instituições do sistema.


Focando nas Entidades de Classe já que se comprometem a zelar pela ética profissional, cuidar dos interesses dos profissionais associados, promover a cidadania, defender o meio ambiente e a Sociedade, sobretudo em vista da necessária Valorização profissional. No entanto, nossas funções parecem difusas quanto ao se interpretarem para a prática como sugerem nossos estatutos. Sendo assim, diz Padilha (2022) que:

...não é de estranhar que tantas Entidades de Classe tenham "crises de identidade" e sintam dificuldade em definir seus papéis. Afinal de contas, num primeiro olhar, parece que todas as posições na defesa da Valorização Profissional já estão ocupadas.


Pelo exposto, as três demandas que as Entidades de Classe devem esperar (e cobrar) de cada um dos demais integrantes do Sistema CONFEA/CREA: A primeira coisa que cumpram integralmente suas funções e obrigações; a segunda permanecer fora de questões que fora do seu escopo; a terceira para abrir-se à cooperação e parceria (e a recíproca precisa ser profissional deveria dispor do seu tempo para participar de uma entidade de classe

Como nosso dever cívico-profissional entende-se que devemos dispor do tempo para participar de uma entidade de classe. Teremos os seguintes ganhos:


I. A oportunidade de contribuir para o desenvolvimento da profissão

II. A possibilidade de desenvolver uma excelente atividade social, fazer ótimos amigos e talvez até uma boa rede de relacionamentos profissionais;

III. A chance de ser visto, pela sociedade (leia-se "mercado") como um bom profissional, reconhecido entre os seus pares.


Nesta primeira parte de uma série, gostaríamos de sugerir à audiência sugestões, questionamentos, enfim, nos dar uma retroalimentação. Convém salientar que ao mencionar a palavra “engenheiro” gostaríamos de esclarecer que nos referimos a todos os profissionais do Sistema CONFEA CREA, por exemplo, agrônomos, cartógrafos, geólogos, meteorologistas, entre outros colegas que tenham seu registro.














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