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Movimento volta da ART, já!


O corte dos repasses da ART às entidades deixou situação de agravamento da financeira de muitas entidades, quase todas quebrando, outras vendendo seus ativos. Isto se deve também a baixa adesão dos nosso profissionais às atividades associativas. Esta situação aflorou de mais uma suspeita generalizada de que aos dirigentes do Sistema faltou determinação de enfrentá-la no ato, de pronto, imediatamente, nem tampouco tentar reverter após sua consumação: agora aqui se comentará sobre o corte dos repasses da ART. As entidades de classe representam a maneira dos profissionais (e mesmo com suas famílias) se organizar com as mais diversas funções típicas do ser humano: socializar. Além disso, existe grande disponibilidade oferecida tanto pelos conselhos (federal e os regionais) em proporcionar por meio de financiamentos à fundo perdido, de cursos, palestras, em suma, meios consagrados de disponibilizar o conhecimento.


Entretanto, dado às más condições de formação humanísticas dos nossos profissionais durante a graduação, agravadas por um ensino de baixa qualidade humanística, gerou uma pessoa de baixa estima, portanto de baixa tendência a se agrupar ou conviver socialmente. Este sentimento se agravou demais recentemente, que, juntando com uma sociedade se interiorizando, seja pelas facilidades das mídias, ou mesmo da criminalidade. Estes sentimentos minaram a vontade de se reunir, assim como à sensação de que possam se informar pela internet como se a simples informação provocasse significasse aquisição de conhecimento.


Assim, as entidades passaram a depender do sistema CONFEA CREA, onde este, por sua vez, depende de uma massa de operadores chamados conselheiros e seus dirigentes que se retiram destas entidades, em sua maioria absoluta. Desnecessário se torna dizer que o Sistema depende quase que exclusivamente das entidades e estas passaram entre si a desenvolver uma relação simbiótica: sem entidades teremos o fim das entidades significando igualmente o fim do sistema. O Sistema, pura e simplesmente ignorou-nos e negou-se a enfrentar a situação de retirada deste repasse e nos mandou na trajetória do nosso fim, sem perceber que irá junto. Incrível e extremamente preocupante os fatos que se tomam conhecimento da quase completa inação do Sistema CONFEA CREA frente ao corte do repasse da ART baseado a uma simples consulta de órgão de controle da União (TCU); seria simples e natural uma resposta do tipo: antes de seu órgão (TCU) existir, nosso sistema já funcionava assim. Sem entidades o sistema vai certamente acabar, a menos que se busque conselheiros em outra instituições, como, por exemplo, na OAB. (?) Então à ACE foi arguida para encabeçar um movimento para trazer de volta estes repasses às entidades. Este movimento tem fases, tais como a informacional (coleta de informações), a organizacional (preparatório de ações) e a operacional (executar o que foi organizado).


Agora vai se buscar a adesão de outras entidades para, em seguida, confluir os esforços para união dos ideais e comunicação unitária e partir para fase organizacional. Convido-os a um vídeo conferência. Mandaremos o link.


Junte-se a nós para organizar e partir para a luta pelo “Movimento volta da ART, já!”

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