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Números Silenciosos e “Quentes” para um País que Precisa de Infraestrutura Hospitalar



No Brasil há uma carência de estudos estatísticos em várias áreas de extrema relevância para a sociedade. Felizmente o Instituto Sprinkler Brasil (ISB) leva a sério os registros e características e estudos estatísticos de incêndios estruturais em edificações, ou seja, aquele sinistro que envolve mais que um equipamento elétrico. Segundo este Instituto, em 2020 o estado de Santa Catarina foi o estado com maior número de ocorrências de incêndios estruturais noticiadas, com 223 ocorrências, seguido por São Paulo (170) e Rio grande do Sul, com 145. Não obstante a estes tristes números, as notificações de incêndios estruturais em hospitais de todo o Brasil praticamente dobraram em 2020, é o que revela levantamento do Instituto Sprinkler Brasil.


Por outro lado, o ISB, ao enfatizar a necessidade de atenção ao tema, corrobora com a necessidade de quebra de paradigmas e evidencia a relevância das atribuições dos engenheiros eletricistas, que com know-how, que lhes é inerente, poderiam eliminar preventiva e drasticamente os números supracitados. Um levantamento realizado pelo Instituto Sprinkler Brasil, mostrou que, a cada seis dias, um hospital pega fogo no País. Concomitantemente a estas preocupações, dispomos abaixo um gráfico oriundo de uma pesquisa da National Fire Protection Association, em que evidencia ser de cunho elétrico os sistemas hospitalares com relevantes 19% de participação, ou seja, uma soma de percentuais responsáveis pelas ocorrências de incêndios em hospitais.


Retornando em terras tupiniquins, a então Frente Parlamentar Mista de Segurança Contra Incêndios do Congresso Nacional, que na época era responsável pelo tema, instituiu e restringiu, por intermédio do PL 0780/2018, que arquitetos, engenheiros civis, engenheiros mecânicos e engenheiros pós-graduados pelo curso de engenharia de segurança do trabalho, teriam competência e atribuições de projetar sistemas de proteção contra incêndio.




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