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TecnoPrev acumula rendimento de 16,48% em 24 meses

No último ano, o desempenho do plano de previdência da Mútua chegou a 9,88%

A performance consolidada dos recursos administrados pela BB Previdência foi positiva pelo terceiro mês consecutivo. Com isso, em maio, o plano de previdência da Mútua, o TecnoPrev, obteve rendimento de 0,99%, além de acumular um rendimento de 9,88% em 12 meses e de 16,48%, em 24 meses.


Desempenho


No mês, os títulos públicos atrelados à inflação de curto prazo reportaram alta de 0,69% (IMA-B 5) e a parte longa dos títulos de 1,38% (IMA-B 5+). Em renda variável, o IBrX registrou alta de 5,92% em maio e acumula alta de 8,14% no ano. O CDI no período valorizou 0,27%.


Em contrapartida, a classe de ativos no exterior, medido pelo MSCI World, apresentou desvalorização no mês de 1,95%, impactado pela depreciação do dólar no período (3,17%).


A qualidade dos ativos e a diversificação dos portfólios da BB Previdência permitiram maior resiliência durante o período de instabilidade dos mercados. Nos últimos 12 meses, o desempenho consolidado foi de 13,77% ante 13,36% do índice de referência, ou seja, desempenho relativo de 103,07% sob objetivo de retorno e 631,65% em relação ao CDI.


Mercado internacional


Em maio de 2021, pelo terceiro mês consecutivo, os mercados internacionais apresentaram um desempenho positivo devido aos dados da atividade econômica nos países avançados terem sido satisfatórios. A atenção do mercado está voltada para o comportamento da inflação norte-americana e do receio entre os investidores em torno do início do ciclo de normalização monetária no curto prazo.


Com relação à pandemia, uma parcela considerável da população americana se encontra totalmente imunizada e as estatísticas de novos casos de covid-19 e hospitalizações seguem uma trajetória descendente, prosseguindo com a reabertura da economia.


Na Europa, os indicadores macroeconômicos foram positivos, com destaque para a recuperação do setor de serviços, que reportou o maior crescimento em três anos. O ritmo de vacinação segue avançando conforme o esperado pelo mercado, apresentando melhoras significativas nas curvas de contágio de importantes países como a Alemanha e França, dando início ao processo de reabertura das atividades, o que pode resultar em crescimento mais representativo no segundo semestre.


Cenário doméstico


No cenário doméstico, os dados econômicos surpreenderam positivamente, mesmo com o nível elevado de contágio do novo coronavírus. O grande destaque do mês foi a divulgação do PIB no 1º trimestre (R$ 2 trilhões), crescimento de 1,2% ante o trimestre anterior, que superou as expectativas do mercado e atingiu o nível pré-pandemia (dezembro/2019 – R$ 1,9 trilhões), influenciado pelo bom desempenho do agronegócio e pela recuperação do setor de serviços.


Quanto à inflação, o IPCA de 0,83% em maio de 2021 contribuiu para maior pressão sobre o nível de preços no curto prazo, acumulando alta de 8,06% nos últimos doze meses, situando-se bem acima do centro da meta de inflação de 3,75%, bem como do teto da meta de 5,25%, definida pelo Conselho Monetário Nacional (CMN) para o fim deste ano.


Diante disso, a expectativa do mercado é de que o Banco Central siga com a trajetória de elevação da taxa de juros para a próxima reunião de junho, atingindo o patamar de 4,25% a.a (aumento de 75 pontos-base).


Fonte: Gecom Mútua / Com informações da BB Previdência.

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